Programa Regulariza chega à parte alta do João XXIII

O Regulariza, programa que determina como prioridade a questão da regularização fundiária de modo a fornecer documentação a famílias que não têm a escritura de suas casas e lotes, chegou à parte alta do bairro João XXII. Em reunião realizada na residência de Dona Mariana e Sr. José, na Rua Farmacêutico José Mostaro, a iniciativa foi apresentada ao grande público de moradores que estiveram presentes. O assunto foi esclarecido pelo Reginaldo Roriz, secretário de governo do município, que estava representando o prefeito Grego e Victor Dornelas, engenheiro e coordenador técnico do programa Regulariza. Também se fizeram presentes Odilon Braga e Maria do Carmo, presidente da Associação de Moradores do bairro, e Elisangela Camerino, presidente do UACEBEM .

“O projeto vai percorrer o município a fim de cumprir as etapas dentro do que a lei preconiza para que seja possível, em um tempo curto, entregar o máximo de escrituras à comunidade. Atualmente, cerca de 20 mil imóveis em Muriaé não têm escritura, o que representa quase 50% das propriedades da cidade. São pessoas que não possuem o documento oficial e, com isso, têm o valor do imóvel depreciado e não conseguem financiamento em bancos para promover reformas e melhorias em suas residências. Todos esses problemas são sanados à medida que encaramos a regularização fundiária, que durante anos foi negligenciada pelas administrações anteriores, e entregamos de fato as escrituras para as residências”, explicou Reginaldo Roriz.

Ele também detalhou como serão realizados os trâmites do projeto de documentação das propriedades. “Inicialmente, as pessoas têm que juntar todos os documentos que comprovam a propriedade do imóvel, como contratos de compra e venda, alvarás, contas antigas de água e luz, etc., e aguardar, porque nós iremos até os imóveis após a identificação das zonas da cidade onde há maior necessidade e iniciaremos esse trabalho por zoneamento, para que possamos atingir toda o municipio. Quem quiser, já pode ir à Prefeitura resolver este assunto, mas não é uma necessidade eminente no momento”, finalizou.

 

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